CineTudo – “The Artist”: retrô com muito orgulho!

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Imagine um filme retrô, quase sem falas (por ter como tema o cinema mudo), sem cor (não é propriamente P&B, mas em sépia, serve?) e com sotaque francês. Fracasso total em Hollywood, certo? ERRADO! Com todos esses supostos “contras”, o filme “The Artist” conquistou os Estados Unidos, abocanhou o Globo de Ouro e está a caminho do Oscar como favorito em diversas das principais categorias. Mas afinal, o que levou o filme a essa façanha?

Tudo começou quando Michel Hazanavicius, o diretor e roteirista de “The Artist”, idealizou fazer um filme mudo, devido à sua admiração pelos grandes artistas do cinema do gênero. Desencorajado durante anos, insistiu na ideia até escrever o roteiro que deu origem ao filme, que finalmente estreou no Festival de Cannes do ano passado, causando tanta surpresa quanto aplausos.

Na história, que se passa nos anos 20 e 30, um grande astro do cinema mudo, George Valentin (Jean Dujardin), se vê ao mesmo tempo em decadência, por causa da ascensão do cinema falado, e apaixonado pela estrela emergente do gênero, Peppy Miller (Bérénice Bejo). O desenrolar dessa história se dá com o suporte de um ótimo elenco (que inclui ainda John Goodman, James Cromwell, Penelope Ann Miller e Malcolm McDowell), de um cachorrinho que vem encantando multidões (Uggie, que faz o papel de Jack) e, claro, do charme irresistível do cinema mudo.

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Jean Dujardin e Bérénice Bejo: ambos "Oscarizáveis"

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Uggie "vive" Jack: elemento extra para conquistar o público

A combinação, que tem sido não só um sucesso de bilheteria como de crítica, e concorre a  dez estatuetas do Oscar (incluindo melhor filme, melhor diretor, melhor ator principal e melhor atriz coadjuvante), estreia amanhã (10.02.2012) nos cinemas brasileiros. Nos encontramos lá para conferir?

SIM, VOCÊ JÁ VIU ALGO ASSIM ANTES

A comparação de “The Artist” com um grande clássico do cinema é inevitável! O declínio do cinema mudo em face do cinema falado, como pano de fundo para um romance entre dois artistas também é a sinopse de “Cantando na Chuva”. Mas, segundo o próprio diretor e roteirista de “The Artist”, o icônico musical que tem Gene Kelly como astro principal foi uma clara referência e inspiração para seu filme. Por isso, se você achar que já viu essa história antes, não é mera coincidência, mas o que se desenrola a partir daí é o que difere um filme do outro.

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A inspiração

INSPIRAÇÕES CONSUMISTAS

O ar retrô do filme é simplesmente irresistível! E, para os fãs do vintage, seguem algumas dicas da nossa Lojinha Virtual (www.decoratudo.com.br):

Cinéfilos de plantão ficarão extasiados com nossas charmosíssimas Placas Decorativas. São centenas de cenas ou cartazes de filmes feitos em chapa de aço (que dispensa moldura) trazendo um charme todo especial à decoração do seu cantinho.

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O Rádio estilo anos 20 também é uma ótima pedida para uma decoração vintage. Mas, apesar da cara de antiguinho, ele está a par das novas tecnologias, e toca MP3!

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Parla! Para celebrar o cinema falado, que tal um microfone digno do Rat Pack para seu PC?

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Colaboradora: A blogueira Fabí Madruga – www.experimentaamiga.blogspot.com

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